A interpretação do húngaro (ou a língua que o diabo inventou)

A organização Interpreting for Europe publicou hoje na sua página do Facebook uma interessante entrevista com a coordenadora de Interpretação durante a atual presidência húngara do Conselho da União Europeia, Katalin (sobrenome não mencionado). Assistam e descubram o espeto que deve ser interpretar essa língua do ramo Fino-Úgrico, que o linguista húngaro Paulo Rónai dizia ter sido inventada pelo próprio diabo (Chico Buarque depois atenuou a afirmação para “única língua que o diabo respeita” no livro Budapeste, se alguém quiser que eu confirme precisarei revirar minhas bagunçadas estantes).

Antes que eu me perca totalmente na digressão, o vídeo está aqui:

Interpreting Hungarian

Postscriptum: Visitei a Hungria ano passado e me apaixonei pelo país. Gostei muito de Budapest e fiquei mais caída ainda de amores pelas cidadezinhas do interior, com suas cegonhas, cavalos, vinícolas e girassóis. Aprendi duas ou três palavras em húngaro, que obviamente já esqueci. Quando dava tentava me comunicar em alemão, mas houve momentos em que tivemos que usar um relay tabajara português- alemão – húngaro para conversar com familiares e amigos, coisa que achei divertidíssima.

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